Os 10 projetos vencedores

IPSS

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Academia TEN (Lisboa)

Jovens que acreditam que a inteligência é “fixa” e que o esforço não leva ao crescimento, sobretudo alunos de contextos desfavorecidos.

Cerca de 600 crianças e jovens de diferentes contextos socioeconómicos, dando também oportunidades aos mais vulneráveis e potenciando a quebra de estereótipos.

IPSS

Associação de Proteção e Apoio ao Condenado – ‘Academia Reshape’ (Lisboa)

Probabilidade de reincidência prisional, devido à falta de trabalho e de formação para pessoas que estão ou estiveram presas.

A Academia Reshape prepara para a adaptação à liberdade e ingresso no mercado de trabalho, integrando os beneficiários numa rede de apoio (ex.: formação e apoio social jurídico).

69 beneficiários no total.

IPSS

Associação Portuguesa de Apoio à Vítima – ‘Capacitar Mais’ (Lisboa)

As mulheres vítimas de violência doméstica têm maior risco de segregação social e de exclusão profissional, dificultando a sua condição económica.

Projeto que visa capacitar mulheres vítimas de violência, dotando-as de formações, workshops e oficinas, reintegrando-as profissionalmente para aumentar a sua autonomia.

Abrangerá 90 mulheres vítimas de violência doméstica e de tráfico de seres humanos.

IPSS

Associação Socio Terapêutica de Almeida – ‘Contigo, Há Descoberta’ (Guarda)

Inclusão social de pessoas com deficiência no interior do país, onde o despovoamento do território e a baixa empregabilidade são acentuados.

Projeto que visa oferecer uma experiência turística diferenciadora conduzida por pessoas com deficiência, promovendo a sua integração na comunidade.

43 beneficiários com oportunidades de emprego assegurado.

IPSS

CASTIIS – ‘Escola Social’ (Aveiro)

Integração social de migrantes e refugiados e de pessoas da comunidade envolvente do projeto, em situação de exclusão social.

Escola Social com rede de voluntariado intergeracional, que visa implementar respostas de apoio especializado para desenvolver competências para a empregabilidade.

20 voluntários, 8 entidades locais e apoio a cerca de 60 pessoas em risco de exclusão social (ex.: refugiados).

Startups

Startup

Ekui – ‘VERD’EKUI’ (Bragança)

Crianças que têm dificuldades em ler, escrever ou comunicar, especialmente aquelas com algum tipo de deficiência ou incapacidade.

Projeto “Aprender a ensinar, ensinar para aprender” que visa capacitar, em formato multissensorial e inclusivo, para a aprendizagem da leitura e escrita de crianças.

Pretende atingir 10 000 crianças, 5 000 famílias, 7 500 professores e 1 000 terapeutas (com alfabetização gráfica, braille, língua gestual portuguesa e alfabeto fonético).

Startup

MyPolis (Lisboa)

Falta de representatividade do Governo e escassez de interesse na política sentidos pelos jovens entre os 15 e os 24 anos.

Aplicação web (MyPolis) que permite aos jovens participar nas decisões da sua cidade e exercer a sua cidadania de forma direta, simples e divertida.

Resolver problemas das comunidades jovens, com mais de 2 000 propostas e 20 000 votos na plataforma, e 100 iniciativas de cidadania em 14 territórios.

Startup

No Bully Portugal (Lisboa)

Exclusão social associada ao bullying e à discriminação entre crianças e jovens que aumenta a probabilidade do abandono escolar precoce.

Desenvolver procedimentos eficazes na prevenção e no combate ao bullying, através de um método baseado na empatia que capacita as escolas para a resolução dos mesmos.

A associação já trabalhou com cerca de 4 000 beneficiários diretos, e estimam chegar diretamente a mais 3 000 beneficiários (1 680 crianças e jovens e 1 320 adultos).

Startup

Social Innovation Sports – ‘WSC Jobs’ (Lisboa)

Falta de mão de obra em determinadas profissões, desemprego nas populações migrantes e refugiados e o seu elevado risco de exclusão social.

Lançar a 1ª Agência de Recrutamento focada no Emprego Inclusivo que oferece a vantagem do acompanhamento individual, garantido mais flexibilidade e menos burocracia.

Por ano, têm cerca de 150 beneficiários.

Startup

Teach for Portugal (Porto)

Desigualdade de oportunidades educativas em Portugal, que não permitem que todas as crianças possam atingir o seu potencial.

Recrutar talento profissional de qualquer área de estudo (mentores) para trabalhar durante 2 anos nas escolas que servem as comunidades mais desfavorecidas do país.

Acompanha 4 000 alunos, 33 escolas públicas e 42 mentores, sendo que com este apoio têm como objetivo chegar a cerca de 540 alunos e 6 mentores.